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O que você estava fazendo nos anos 80? Acho que algumas pessoas que frequentam o blog nem tinham nascido ainda, mas vendo as imagens desses desenhos, filmes e programas de tv, eu me vi numa viagem do tempo, voltei ao passado ...
Nos anos 80 eu brincava na rua sem a minha mãe se preocupar com bandido, ladrão, sequestrador, tarado ... eu pulava elástico, trocava papel de carta, fiquei esperando o cometa Halley passar e não vi nada, andava de patins (mas naquela época patins tinha 2 rodas na frente e duas atrás), juntei 5 tapinhas de Coca-Cola e mais 350 cruzeiros pra trocar por um iô-iô que foi febre na época (rs), morria de vontade de fazer a brincadeira do copo, mas nunca tive coragem, jogava STOP, Gato Mia, passa anel, estátua, taco, pulava corda (e tinha até a música: "um homem bateu em minha porta e eu abri. Senhoras e Senhores ponham a mão no chão. Senhoras e Senhores pulem de um pé só. Senhoras e Senhores dêem uma rodadinha e vá pro olho da ruaaaaa), lenga laenga lagosta lagoê ...
Bem, estas eram algumas coisitchas que a Camilitcha aqui fazia nos anos 80, BOns tempos!
E você, o que fazia?
Amo história, adoro prédios antigos, da época que construção tinha forma, era arte ... então, se alguém quiser começar bem 2007 e fazer alguém feliz, é só me dar esse livro baratiiiiinho eheheheh ![]()
Arquivo DPH
A ainda Rua São Luiz, em 1940: alargamento e chegada de prédios sofisticados
Com apenas 500 metros de extensão, a Avenida São Luís se impôs na história paulistana pela elegância. No início do século XIX, quando ainda levava o curioso nome de Beco Comprido, cortava a chácara do brigadeiro Luiz Antônio – sim, o mesmo que dá nome a outra avenida, que vai do centro ao Itaim. O patriarca da família Souza Queiroz, um fidalgo comerciante português, tornou-se um dos homens mais ricos na São Paulo da época. Depois que ele morreu, em 1819, os herdeiros dividiram suas terras em lotes. A estreita passagem foi rebatizada de Rua São Luiz, assim mesmo, com "z", em homenagem ao pai. Alguns terrenos, então, foram vendidos a famílias também endinheiradas, como os Penteado e os Junqueira, que construíram ali imponentes palacetes. Quando esses moradores se mudaram para bairros próximos, incorporadoras derrubaram os casarões para erguer os primeiros edifícios. Todo esse processo de transformação é contado com detalhes pelo arquiteto e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP José Eduardo de Assis Lefèvre no recém-lançado livro De Beco a Avenida – A História da Rua São Luiz (Edusp, 312 páginas, R$ 145,00).
Reprodução
Edifício Esther, na Praça da República (assinalado): modernista pioneiro
Agência Estado
A avenida em 1965: agitação com escritórios, lojas e livrarias
Atual presidente do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental (Conpresp), Lefèvre, de 63 anos, nunca morou na São Luís, mas sempre ia lá para visitar parentes e freqüentar livrarias como a Kosmos, entre as décadas de 60 e 70. A conjunção de endereços residenciais e comerciais, lojas abrigadas sob os edifícios e até uma vila – de linhas francesas, batizada de Normanda – foi um dos fatores que contribuíram para fazer da avenida um lugar especial do centro de São Paulo. "A rara arborização com jacarandás e o espaço para que restaurantes ocupassem as largas calçadas com mesas deram à rua um jeito de bulevar que não existia na cidade até os anos 40", afirma Lefèvre.
Reprodução
Pavimentação da rua com uma das casas da família Souza Queiroz ao fundo: ponto residencial e comercial
T. Gygas
Mesas de restaurante na calçada: um bulevar raro na cidade
Antes da verticalização, várias das dezessete mansões tornaram-se pensões. A chegada do pioneiro prédio de apartamentos Esther, projeto de linhas modernistas erguido entre 1936 e 1938 na vizinha Praça da República, reverteu a situação e impulsionou os nove projetos residenciais da São Luís, que seria alargada poucos anos depois. Entre os edifícios sofisticados está o que leva o nome da avenida, além do São Tomaz, do Ambassador, do Conde Sílvio Penteado, do Louvre e do Princesa Isabel. Os lançamentos comerciais atraíram um novo público freqüentador. Lefèvre destaca o Conjunto Metropolitano, famoso por sua Galeria Metrópole, e o Edifício Itália, cartão-postal assinado pelo arquiteto suíço Franz Heep no local onde ficava a antiga sede do Circolo Italiano (que voltaria para sua sobreloja). "Convidar grandes profissionais para os projetos era uma praxe, e hoje o paulistano pode apreciar, num trecho tão curto, obras de Artacho Jurado, Gregori Warchavchik, Júlio Neves e Oswaldo Bratke, entre outros arquitetos", diz Lefèvre, que com sua bela obra ajuda a preservar a história de um importante cenário da capital.
Foto de Arquivo da Cúria Metropolitana
Sede da chácara que deu início à avenida: arcebispado entre 1909 e 1944, o Palácio São Luiz foi derrubado para a construção da Praça Dom José Gaspar
Momentos importantes que aconteceram na minha vida em 2006 \o/
FELIZ 2007 PARA TODOS!
E vamos lá, mais uma vez renovar nossos espíritos, esperanças, sonhos...
É incrível o poder de entusiasmo
que o dia 1o de janeiro exerce na natureza humana. Como é bom sentir a energia positiva que emana de todos os cantos, de todos os lugares e de todas as pessoas...
Não há uma única pessoa que não se contamine por esta corrente de positivismo e força. Mesmo os mais cépticos e sisudos se rendem a esta fantástica mágica que a vida pode oferecer, apesar de ser um dia após outro...
É quase impossível não sentir a vibração, o alto astral, o bom humor e a aura de alegria que pairam no ar...
Nada de promessas e boa intenção apenas... Assuma compromissos com seus sonhos, seus ideais. Busque incessantemente tudo o que verdadeiramente deseja.
Faça deste momento único, o ponta pé inicial para uma grande virada na vida e não apenas na folhinha do calendário.
Nada de lamentos, bicos, cara feia, birra. Nada de auto piedade.
Acredite na energia do amor que sente por você próprio.
Acredite que nada é tão difícil ou tão impossível.
Desafie-se. Ouse.
Acredite que você é capaz de tornar o seu mundo muito melhor. Tudo dependerá exclusivamente de você.
Acredite que todas as experiências pelas quais passamos é uma grande e maravilhosa lição. Tudo vale muito a pena! Tudo!
Se permita ser feliz, por mais trabalhoso que possa parecer.
Você assumiu um compromisso com a vida: viver.
Então viva, mas viva muito bem e em paz!
Um maravilhoso ano de 2007 a todos!